Thursday, May 03, 2007

À Mracata Jany, um velho poema, pedindo alento

A imagem que de ti guardo

[entre outras surpreende-me
esta agora a visão]

É a do anjo pálido ferido
Cuja ferida repousava
No limbo desmentido
Das inconsciências

[concebo hoje
que eras e és fonte
de uma alva esperança
nos sórdidos meandros da vida]

E eras humanas pulsações
Sentido de olhar quente
Sorriso a assegurar o futuro

Vi-te conceber a vida
Seres vida palpitante

E tua pele pálida tingiu-se de trigo

Contemplei-te a enfrentares o porvir
Com o suspiro sincero de rompante

E asseguraste o teu canto no mundo
Como quem manobra fábricas de esperança
Com amor indubitável

1 comment:

Anonymous said...

Já lá vão 3 anos e 8 meses....

Nunca vou esquecer o vosso apoio e o vosso afecto. Nunca!
Meus amigos, meus fiéis amigos....
JN