Wednesday, November 29, 2006

Ao poeta triste
Sai-lhe o tiro pela culatra

[que desfigura para sempre]

Quando assoma
Um real motivo para a tristeza
[Março/Abril de 2006]

1 comment:

Anonymous said...

Enquanto a chuva seca a semente
O vento desliza neste solo ardente
E a vida destas cinzas floresce
Nada se cria, tudo aqui cresce…
E remexo o solo,
Procuro, quiçá, consolo…
Mas a neblina é leda cegueira
Não vislumbro lua inteira,
Mas de que me serve o todo
Se hoje sou peixe perseguindo engodo?
Miguel Gonçalves

Um abraço compartilhado de tristeza poética...