junto ao ouvido - e ao cabelo rarefeito -
sinto o tempo que se espreguiça possante
mugindo silvas que emanam da parede
raspam-me as silvas as faces a eito
quando os olhos tentam subir adiante
adiante do tempo - para matar a minha sede
trago um saco preto e nele o tempo deito
sacudo apenas a careca lustrosa e sigo avante
tropeço de convicção cambada na sede
Monday, January 28, 2008
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