sopra-me nas feridas
perdoa-me o canto
estridente mesmo
quando olho acima
de todas as coisas
sei que golpeio
os ouvidos
das pessoas
que me ouvem
e entre elas tu
mas há que
começar de novo
todas as coisas
e riscar um círculo
para que de começo
em começo e de canto
a canto roco suporte
a cor do caos infindo
e a cor de mim finito
Friday, October 12, 2007
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