Anti-Profeta - "Mas considere, caro amigo, que o Estado tem essa função de colmatar as injustiças sociais..."
Profeta - "Mas qual colmatar pá! O Estado colmata mas é o bolso dos políticos. E injustiças? Tão em todo o lado. Vais me dizer que o Estado consegue deitar abaixo uma coisa que nasce connosco. Somos iguais onde? Quando? Foda-se, nem nas próprias famílias há igualdade!"
Anti-Profeta - Caro amigo, queira considerar..."
Profeta - "Mas considerar o quê, caralho? Oh rapaz, deita sentido ao que tou a dizer! O Estado deve é se retirar da vida das pessoas, não retirar a liberdade."
Anti-Profeta - "Pois é o regresso a uma sociedade de ordens, não é caríssimo? Deixe que lhe pergunte: se a igualdade não for potenciada por um Estado, quem a potenciará? Que diremos nós a quem não tem oportunidades simplesmente por mal de berço..."
Profeta - "Mal de berço..."
Anti-Profeta - "Evidentemente, por ter nascido em berço desfavorável."
Profeta - "Havendo a liberdade, cada um vai fazer o berço dos seus filhos..."
Anti-Profeta - "Isso pode resultar poético, meu caro, mas em todo o caso utópico."
Profeta - "Utópico, ou sonhador, aqui, és tu, oh alface"
Anti-Profeta - "E que epítetos merece você, ervilha..."
Profeta - "Mas qual colmatar pá! O Estado colmata mas é o bolso dos políticos. E injustiças? Tão em todo o lado. Vais me dizer que o Estado consegue deitar abaixo uma coisa que nasce connosco. Somos iguais onde? Quando? Foda-se, nem nas próprias famílias há igualdade!"
Anti-Profeta - Caro amigo, queira considerar..."
Profeta - "Mas considerar o quê, caralho? Oh rapaz, deita sentido ao que tou a dizer! O Estado deve é se retirar da vida das pessoas, não retirar a liberdade."
Anti-Profeta - "Pois é o regresso a uma sociedade de ordens, não é caríssimo? Deixe que lhe pergunte: se a igualdade não for potenciada por um Estado, quem a potenciará? Que diremos nós a quem não tem oportunidades simplesmente por mal de berço..."
Profeta - "Mal de berço..."
Anti-Profeta - "Evidentemente, por ter nascido em berço desfavorável."
Profeta - "Havendo a liberdade, cada um vai fazer o berço dos seus filhos..."
Anti-Profeta - "Isso pode resultar poético, meu caro, mas em todo o caso utópico."
Profeta - "Utópico, ou sonhador, aqui, és tu, oh alface"
Anti-Profeta - "E que epítetos merece você, ervilha..."
Profeta - "A quem tás a chamar ervilha?"
1 comment:
Não deverá o Estado providenciar, para que todos no inicio de vida, estejam em pé de igualdade, que tenham as mesmas oportunidades? Direito à educação, serviços de saúde...? Afinal estamos num Estado Democrático, também não será para isso, que pagamos impostos???
Que acha Srs. Profeta e Anti-Profeta?
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