Amor é desejo de conhecer-te
Esculpir-te sem cera em cantaria
A maresia sobre o teu corpo é erotismo ou erosão
*
És o verbo no cabo do meu caos
Teus olhos cingem-se na luz que desponta
O momento criador é o momento de saber-te
*
Pronuncio a palavra e escrevo a ordem
Salto ao pé-cochinho e suscito com ombros as posturas
O real é um riso de menino na mecânica do relógio
*
E sou um facto emotivo numa locomotiva
Em mim rompem os ruídos dos dedos
Curva, depressão, aluvião; e não linha, planície, acalmia
Wednesday, June 20, 2007
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