Troco de bom grado o divino
Pela plena posse da minha alma
Pois as pulsações mesquinhas
Cabem em mim como o mundo
Anelo antes por um límpido sorriso
Que pela austeridade sobranceira
De um arrogante criador
(De tão arrogante, como se vê, é incompetente)
[Incompetente, com efeito, sou eu:
troco um sorriso por uma alma
e as coisas do mundo pela minha essência]
[(Que parvoíce –
querer ombrear com altos pensamentos
e acabar rente ao chão)]
[2004]
Thursday, May 03, 2007
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