as pregas no céu descolorado e o real aparece miudinho espraiado nos olhos que sobem para o fim sobremaneira encosto-me triste à parede caiada dialogo com o anti-profeta entre o céu e eu «que podemos saber quando os nossos peitos são dados bravos ao sentimento» diz-me ele que os sentimentos são os nossos peitos e as nossas mentes e as nossas palavras e os nossos dedos e os nossos beijos e a nossa religiosidade e a nossa fé e o nosso corpo e os nossos cabelos e as nossas auréolas e os nossos mandamentos e as nossas máximas e os nossos olhos e o nosso rosto
Monday, March 26, 2007
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